02 anos de um amor além da vida!
02 anos da razão do meu viver, de meu bem mais precioso, por quem dou a minha vida se preciso for!
02 anos da mais linda felicidade e do meu descobrimento como mãe e mulher!
02 anos de seu nascimento, meu filho amado!
Que seja uma pessoa de bem, que tenha saúde, seja feliz!
E que possamos crescer juntos, aprender juntos e nos amarmos sempre por toda vida!
Mamãe o ama muito!!
Parabéns pelo seu aniversário!!!
domingo, 18 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Pernilongo d'água
Mastite dói, muito.
Dói mais ainda ver o filho com quase 40 graus de febre.
Tudo junto e misturado e um pernilongo à noite, como figurante.
Dói mais ainda ver o filho com quase 40 graus de febre.
Tudo junto e misturado e um pernilongo à noite, como figurante.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Chile e duas diferenças: verão e um bebê!
Em minha lua de mel visitei o Chile, mais especificamente a cidade de Santiago e o litoral chileno! Uma excelente viagem, do ponto de vista cultural, natural e gastronômico!
Retornamos na semana passada a este país, que continua maravilhoso e acolhedor, agora no verão de lá e com o Eduardo a tiracolo!! Mais uma vez, excelente viagem!
Para todas as mamães que têm interesse em conhecer este país, seguem algumas referências de nossa viagem:
* fazer o vôo em horário que não canse tanto a criança - no nosso caso optamos por viajar de dia (não é um vôo cansativo, de São Paulo a Santiago são aproximadamente 04 horas de viagem);
* levar no vôo alguns brinquedos baratos, porém novos, para momentos de exaustão, um dvd portátil para filminhos e comidinhas do costume para evitar surpresas de conexão e refeições estranhas servidas na aeronave;
* ficar localizado em bairro calmo (ficamos hospedados no bairro Las Condes, local bastante tranquilo, central e lindo) e de fácil acesso ao metrô (que é muito funcional e através do qual se vai a toda cidade). Santiago é uma cidade bastante segura e fácil de se localizar;
* ter acesso à cozinha do restaurante, para providenciar comidas para o bebê, mais adequadas ao paladar e, se preciso, alimentar a criança antes de sair para almoços e jantares, vez que os horários de almoço e janta locais são mais tarde que os nossos e os pratos costumam demorar a serem servidos;
* visitar Viña del Mar e Valparaiso, Vinícolas como a Concha y Toro, a Chascona de Pablo Neruda, o centro histórico da cidade - com o Palácio da Moneda, a Catedral, o Mercado Central -, o Centro de artesanato, o Vale Nevado, o Zôo, o Cerro de San Cristóbal, o Parque Arauco, o Shopping Parque Arauco, os Bairros de Las Condes (centro financeiro da cidade), Bellavista (estilo a Vila Madalena de Sampa), Vitacura, Providência, e a rua de restaurantes chamada BordeRío. Dispondo de mais tempo, fazer a travessia dos Lagos Andinos;
* locais de boa comida: Boulevard do Shopping Parque Arauco, Restaurante Siciliano em Bellavista, Restaurante El Apero (com música chilena e apresentações de dança local) no BordeRío, Churrascaria Montana no Bellavista, e Restaurante El Galeón no Mercado Central.
Fica a dica!!
Retornamos na semana passada a este país, que continua maravilhoso e acolhedor, agora no verão de lá e com o Eduardo a tiracolo!! Mais uma vez, excelente viagem!
Para todas as mamães que têm interesse em conhecer este país, seguem algumas referências de nossa viagem:
* fazer o vôo em horário que não canse tanto a criança - no nosso caso optamos por viajar de dia (não é um vôo cansativo, de São Paulo a Santiago são aproximadamente 04 horas de viagem);
* levar no vôo alguns brinquedos baratos, porém novos, para momentos de exaustão, um dvd portátil para filminhos e comidinhas do costume para evitar surpresas de conexão e refeições estranhas servidas na aeronave;
* ficar localizado em bairro calmo (ficamos hospedados no bairro Las Condes, local bastante tranquilo, central e lindo) e de fácil acesso ao metrô (que é muito funcional e através do qual se vai a toda cidade). Santiago é uma cidade bastante segura e fácil de se localizar;
* ter acesso à cozinha do restaurante, para providenciar comidas para o bebê, mais adequadas ao paladar e, se preciso, alimentar a criança antes de sair para almoços e jantares, vez que os horários de almoço e janta locais são mais tarde que os nossos e os pratos costumam demorar a serem servidos;
* visitar Viña del Mar e Valparaiso, Vinícolas como a Concha y Toro, a Chascona de Pablo Neruda, o centro histórico da cidade - com o Palácio da Moneda, a Catedral, o Mercado Central -, o Centro de artesanato, o Vale Nevado, o Zôo, o Cerro de San Cristóbal, o Parque Arauco, o Shopping Parque Arauco, os Bairros de Las Condes (centro financeiro da cidade), Bellavista (estilo a Vila Madalena de Sampa), Vitacura, Providência, e a rua de restaurantes chamada BordeRío. Dispondo de mais tempo, fazer a travessia dos Lagos Andinos;
* locais de boa comida: Boulevard do Shopping Parque Arauco, Restaurante Siciliano em Bellavista, Restaurante El Apero (com música chilena e apresentações de dança local) no BordeRío, Churrascaria Montana no Bellavista, e Restaurante El Galeón no Mercado Central.
Fica a dica!!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A futilidade do que é demais ou a ansiedade da sobra
Está difícil conter os excessos hoje em dia. E isto não se estabelece apenas nas classes abastadas: está em nós, classe média, está em todo lugar, mesmo nas famílias mais simples de condições (em proporções particulares, mas está). É o excesso do desejo de ter. Excesso do que não é necessário.
Não é o essencial de agora que me incomoda, porque estamos inseridos em um mundo de pequenos luxos e facilidades (televisão, carro, internet, geladeira, comidas prontas, brinquedos já elaborados e afins), bem distantes dos tempos de antes, em que as crianças viviam no faz de conta particular, com o sapato puído, furo na meia, joelho esfolado e sorriso feliz; é o que excede que me incomoda. É o sempre querer mais. É a falta de contentamento. É a busca incessante de atender a necessidades materiais. É a compensação do vazio da alma pelo bem material.
A ansiedade é gerada (porque a felicidade não se completa pelo consumo).
E as sobras se amontoam em pilhas dos sem-utilidade, dos descartáveis, dos "um dia quem sabe?".
E o indivíduo se perde na busca. E a insatisfação do fútil soterra o ser, no morro do demais: asfixia, sufoca, faz perder os sentidos.
Está difícil conter os excessos em um mundo que passou a "coisificar" as pessoas, estabelecendo mais valia ao que se pode comprar.
Não é o essencial de agora que me incomoda, porque estamos inseridos em um mundo de pequenos luxos e facilidades (televisão, carro, internet, geladeira, comidas prontas, brinquedos já elaborados e afins), bem distantes dos tempos de antes, em que as crianças viviam no faz de conta particular, com o sapato puído, furo na meia, joelho esfolado e sorriso feliz; é o que excede que me incomoda. É o sempre querer mais. É a falta de contentamento. É a busca incessante de atender a necessidades materiais. É a compensação do vazio da alma pelo bem material.
A ansiedade é gerada (porque a felicidade não se completa pelo consumo).
E as sobras se amontoam em pilhas dos sem-utilidade, dos descartáveis, dos "um dia quem sabe?".
E o indivíduo se perde na busca. E a insatisfação do fútil soterra o ser, no morro do demais: asfixia, sufoca, faz perder os sentidos.
Está difícil conter os excessos em um mundo que passou a "coisificar" as pessoas, estabelecendo mais valia ao que se pode comprar.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Mundo do amor real!
Cansei das idéias postas: de como se deve viver; de como se deve ensinar; de como se deve amar - os filhos nossos de cada dia.
Fui atrás da terra encantada, aquela do coração falando mais alto, em que o amor é rei.
O mundo real, das sensações, dos sentidos. Da intuição e da natureza. Do lúdico e da fé. Com meus erros e acertos concretos e não divagados em certezas de teoria.
Acho que andava perdida, no atalho mais fácil para ocultar minhas dúvidas diárias, camuflando-as no estandarte de embasamentos teóricos. Tropeçava no caminho e só olhava para o chão.
Hoje elevei meu olhar para o céu. E vi o sol. Vi a imensidão de cores a brilhar em minha volta.
Com admiração me pus a cantar.
Senti a brisa do vento e pensei em liberdade. E em confiança. E em segurança. E em amor pleno.
Toquei o fio brilhante do meu interior e tive a certeza de que sou a melhor obra científica para guiar o meu destino e transformar a minha realidade e a dos meus em muito melhor.
Voltei a ser criança, voltei a ser no mundo: no mundo do amor real!
* Eduardo com 01 ano e 11 meses hoje: amor além da vida!
Fui atrás da terra encantada, aquela do coração falando mais alto, em que o amor é rei.
O mundo real, das sensações, dos sentidos. Da intuição e da natureza. Do lúdico e da fé. Com meus erros e acertos concretos e não divagados em certezas de teoria.
Acho que andava perdida, no atalho mais fácil para ocultar minhas dúvidas diárias, camuflando-as no estandarte de embasamentos teóricos. Tropeçava no caminho e só olhava para o chão.
Hoje elevei meu olhar para o céu. E vi o sol. Vi a imensidão de cores a brilhar em minha volta.
Com admiração me pus a cantar.
Senti a brisa do vento e pensei em liberdade. E em confiança. E em segurança. E em amor pleno.
Toquei o fio brilhante do meu interior e tive a certeza de que sou a melhor obra científica para guiar o meu destino e transformar a minha realidade e a dos meus em muito melhor.
Voltei a ser criança, voltei a ser no mundo: no mundo do amor real!
* Eduardo com 01 ano e 11 meses hoje: amor além da vida!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Filigranas do presente
Papel seda vermelho. Balde de pipoca. Carros coloridos. 01 ano e 11 meses. Festa. Doces.
Notícia boas. Amor de prima. Nova vida. Benção de Deus. Desejo de saúde.
Leitura. Escolas visitadas. Dúvida. Receio. Diversão. Cuidado. Proteção. Ensino.
Pouca fala. Muita atividade. Sorrisos. Passeio. Viagem.
Amor. Amor. Amor.
Notícia boas. Amor de prima. Nova vida. Benção de Deus. Desejo de saúde.
Leitura. Escolas visitadas. Dúvida. Receio. Diversão. Cuidado. Proteção. Ensino.
Pouca fala. Muita atividade. Sorrisos. Passeio. Viagem.
Amor. Amor. Amor.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Maternidade natural e/ou parto humanizado e/ou parto com amor
Pegando a deixa da amiga blogueira Natália, do blog Minha Maria (blog super recomendado!!), http://www.minhapequenamaria.com/, falo sobre o parto normal humanizado - parto com amor, maternidade natural, ecologicamente correto, rs! -, repetindo aqui o comentário que fiz no post da Natália!
Por experiência própria de um parto normal humanizado, vivenciado a muito custo (quase caindo nas garras da tendência médica brasileira padrão de cesáreas desnecessárias), e por convicção teórica, falo sobre o parto humanizado, no que tange a defender que cada mulher deve ser a protagonista de seu parto, escolhendo por si, e fazendo isto com informação de qualidade e sem adentrar na doutrina do medo do parto normal vigente no Brasil.
A minha vivência de parto humanizado: antes de definir o obstetra (fato que consegui apenas no quinto mês de gestação), passei por 05 profissionais da área. O primeiro deles, após fazer a anamnese e verificação de exames, disse-me que a data da minha cesárea (isto mesmo: a data da minha cesárea, não do meu parto!) seria dia 22 de dezembro de 2009. A segunda obstetra, disse-me que se fosse o caso de eu realmente querer um parto normal, por ser fim de ano, ela indicaria um profissional de apoio, porque não poderia se comprometer comigo, neste sentido. O terceiro deles disse, às claras, que não fazia parto normal (que dirá humanizado). O quarto, quando por mim demonstrado o desejo de fazer um parto humanizado (domiciliar ou na suíte do hospital, e sem analgesia), disse-me que deste modo não faria. E a quinta (esta com quem mantive também consultas até o sexto mês - por haver gostado das consultas), na última consulta que eu apareci (porque depois desta, fugi!), ao ser perguntada sobre a possibilidade de eu ter um parto normal, disse-me que só saberíamos na hora, que não poderia me dar certeza, porque poderiam aparecer várias "situações impeditivas" até o dia do parto (pensemos em cesárea, se não aparecer nenhum problema fazemos normal: não deveria ser o inverso??). E mais, ela falava que eu poderia ter parto normal, mas observando o agendamento de consultas do pré-natal, pude perceber que a rotina dela era outra, todas as manhãs, até as 10h, nunca atendia consultório, ela sempre estava fazendo cesáreas eletivas...
Até que encontrei meu médico obstetra/parteiro fantástico, que é tão parteiro que faz parto normal domiciliar; parto na água; parto sem analgesia; não usa fórceps e nem faz episio; faz parto com cordão umbilical no pescoço de bebês; com bebês sentados; com mãe que outros obstetras diriam não ter a dilatação suficiente; com mães com pressão alta e/ou diabetes; em gestação gemelar, até de trigêmeos. Sempre com toda a responsabilidade e capacidade necessárias! Com uma equipe de doulas fantásticas e bem preparadas para dar o apoio afetivo que o momento pede! Com um grupo de apoio fantástico! E um pedriatra também da linha humanizada - que não aspirou o Eduardo, não o levou do meu quarto assim que nasceu, permitindo o aconchego inicial e imediato e a amamentação na primeira hora de vida, e que não pingou colirio em seus olhos (neste ponto, bom salientar que um parto humanizado apenas se diz completo com a participação de um pediatra na linha humanizadora, porque o obstetra e as doulas cuidam da mulher que está parindo, e o pediatra cuida do bebê que está nascendo, que requer iguais cuidados humanizados nesta hora). Profissionais que, além do discurso a favor do parto humanizado, tinham anos de prática.
Profissionais que trouxeram luz aos meus dias de procura por uma equipe que aceitasse fazer um parto humanizado, desmistificando as supostas "situações impeditivas". Vieram para me responder as dúvidas e fortalecer minha coragem, porque sabia que com eles EU escolheria a forma do MEU parto, com segurança e apoio.
Assim, tive um parto humanizado na suite do hospital, sem analgesia, com o apoio do marido e das doulas, em um ambiente com luz aconchegante e natureza familiar, com profissionais que trabalharam com a verdade de minha possibilidade de parto normal, não com interesses e beneficios próprios.
Sou imensamente agradecida a Deus, por colocar em meu caminho estes profissionais. E, por ter me permitido vivenciar esta experiência! E, por isso, vou falar sobre o parto humanizado, quantas vezes for preciso e sem medo de o fazer, para que outras mulheres também possam vivenciar um parto com amor.
E isto em nada tem a ver com criticar outras mulheres que não o fizeram, por 'n' motivos. Respeito a posição de cada mulher, apenas luto para que elas possam escolher por si, e para que cada vez mais as mulheres tomem conhecimento do parto humanizado, para, escolherem por conta que tipo de parto querem ter (e que a escolha seja pelo parto humanizado, rs!). Passando a encarar a cesárea como um procedimento médico, cirurgia de risco médio a elevado, que veio para ser exceção e não prática corriqueira, com o objetivo de salvar vidas, quando outra saída não há. E tendo confiança e coragem para ouvir outra opinião médica, quando sentirem que o obstetra não quer fazer a sua vontade, ou não passa confiança que vai fazer o parto de forma humanizada.
Espero que, com textos como os que a Natália escreveu e o que agora escrevo, possamos despertar mulheres a buscar informação sobre o parto humanizado, caso se sintam curiosas. E inspirar outras tantas a mudar o foco habitual de cesáreas sem necessidade, para um parto muito mais íntimo, natural e amoroso, e muito mais saudável para a mãe e para o neném.
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