quarta-feira, 11 de julho de 2012

Desfralde natural

Não sou uma pessoa adepta a teorias (já fui, confesso! hoje sou mais pragmática). Desde o início da minha gestação procurei pautar este novo ciclo em bases naturais (não digo que consegui assim proceder em todos os momentos, porque muitas vezes quando envolvida pelo medo, cedi à procura de respostas teóricas, para conseguir segurança; situações que em nada auxiliaram, só somaram confusão e mais insegurança, e fortaleceram ainda mais meu entendimento de que a vida deve ser vivida de forma natural - até mesmo com viés intuitivo), mais sentimento, mais verdadeira. E simples.
Assim estou vivenciando com o Eduardo desde o seu parto (que foi um parto humanizado); com a amanentação livre e até quando for necessário; com os cuidados meus para com ele como das antigas (daquelas mães donas de casa que cuidavam igual galinhas choca); da prioridade de fortalecimento do vínculo familiar (afetividade e formação individual) até os três anos de vida do Eduardo, em vez da socialização escolar antes deste período; da alimentação caseira em preferência; da educação baseada no meu senso de justiça e não dos impostos em programas de babás taus ou escritores taus; na paciência com o tempo do Eduardo para vencer etapas de desenvolvimento (inclusive quanto à pouca fala), com mais estímulos do que cobranças; e agora com o desfralde.
O Eduardo desfraldou.
E desfraldou sozinho! Pediu para ir ao banheiro. Disse ser ruim usar fraldas.
E desde segunda só pôs fralda para dormir (e isso porque a mamãe aqui insistiu! por ele nem neste momento seria preciso, rs!).
Já havia uns meses que se iniciou o reconhecimento do xixi e do cocô, da fralda, do penico; mas não houve qualquer tentativa ou insistência de minha parte!
Foi ao tempo dele, sem antecipações, sem regras genéricas, naturalmente!!
Feliz por mais esta etapa vencida!
Parabéns, amor da mamãe!

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