- Trintei, e não mais contei...
O que tem aí, mulher de trinta?
O que traz por detrás desta feição de menina ainda?
A brincadeira paterna, no grande trenzinho de bichos de pelúcia.
O abraço materno no chuveiro; - “Sou a Mônica... sou a Mônica”, feliz a cantar.
Doce de leite de saquinho, depois da missa de domingo. Farofa e frango assado.
Um passeio de bicicleta, nas areias de Caioba.
Um abraço nos pêlos macios do amigo canino.
Esconder-se da chuva, debaixo da cama, com a irmã querida.
Batizado da cachorrinha da melhor amiga.
O que tem aí, mulher de trinta?
O que traz por traz desta feição de moça ainda?
A ilusão de Platão se arrastando no tempo ("os bárbaros também são sentimentais").
O violão solitário. Marisa Monte, Machado e Fernando Pessoa.
Dúvidas e os medos, e a insegurança.
Muitas perguntas para respostas poucas.
A mão aberta em promessa.
União das almas, o início do amor a dois.
A benção divina ao dar a luz.
Presente dos céus de olhos azuis.
Bela melodia de um vibrante “Mamãe”.
O que tem aí, mulher de trinta?
Neste sorriso que satisfaz tudo.
A inocência da infância no ímpeto da adolescência.
Ou o ímpeto da juventude na inocência da criança?
No prelúdio de anos de mais serenidade
tem a paz, tem os sonhos e as boas lembranças
(e ainda um pouco de toda a loucura)
- Uma vida inteira a ser vivida.
A brincadeira paterna, no grande trenzinho de bichos de pelúcia.
O abraço materno no chuveiro; - “Sou a Mônica... sou a Mônica”, feliz a cantar.
Doce de leite de saquinho, depois da missa de domingo. Farofa e frango assado.
Um passeio de bicicleta, nas areias de Caioba.
Um abraço nos pêlos macios do amigo canino.
Esconder-se da chuva, debaixo da cama, com a irmã querida.
Batizado da cachorrinha da melhor amiga.
O que tem aí, mulher de trinta?
O que traz por traz desta feição de moça ainda?
A ilusão de Platão se arrastando no tempo ("os bárbaros também são sentimentais").
O violão solitário. Marisa Monte, Machado e Fernando Pessoa.
Dúvidas e os medos, e a insegurança.
Muitas perguntas para respostas poucas.
A mão aberta em promessa.
União das almas, o início do amor a dois.
A benção divina ao dar a luz.
Presente dos céus de olhos azuis.
Bela melodia de um vibrante “Mamãe”.
O que tem aí, mulher de trinta?
Neste sorriso que satisfaz tudo.
A inocência da infância no ímpeto da adolescência.
Ou o ímpeto da juventude na inocência da criança?
No prelúdio de anos de mais serenidade
tem a paz, tem os sonhos e as boas lembranças
(e ainda um pouco de toda a loucura)
- Uma vida inteira a ser vivida.
"Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer". (A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac).
2 comentários:
Comadrreeee Parabéns, muitas e muitas felicidades!!!!
Uma pena não poder te dar um abraço neste dia 13/09, agora mais uma balzaquiana!!!!
Bjos
Ps: seu celular só dá caixa de mensagens!!!!
Adorei! PARABÉNS!!!!!!! mUITAS MUITAS FELICIDADES!!!
E viva nós as mulheres de trinta!!!!
Bjocasssss
Postar um comentário